Sabemos que tudo é energia.
Podemos atrever-nos ainda mais e dizer que tudo é espaço vibrando numa frequência específica, que resulta na matéria física que podemos tocar e agarrar.
Maioritariamente, funcionamos baseados nas leis do mundo material e definimo-nos através das características tangíveis do nosso corpo, dos papeis que desempenhamos, dos ambientes em que nos movemos. Não costumamos investigar o que existe sem forma, espiritual, numa dimensão energética. Quanto mais refinada é a frequência vibratória menos tangível é a perceção.
Os nossos sentidos detetam um determinado espectro de energia e acreditamos que o que eles detetam é tudo o que existe.
Mas existe um outro nível de perceção em que nos baseamos sem termos noção. Por exemplo detetamos quando uma pessoa está cansada ou preocupada, podemos sentir quando algo subtil interfere com o nosso bem-estar. Detetamos fenómenos psicossomáticos numa paisagem subjetiva.
O corpo vivo da terra e o corpo vivo do homem partilham a mesma anatomia súbtil.
Cada um contém em si um pilar energético, um eixo, e ao longo desse eixo, vários centros vibratórios, chakras, vórtices de prana, discos de energia que constituem o interface entre os aspetos físico, mental e espiritual. Situados no corpo astral, constituem a ponte entre o mundo físico e a fonte invisível e ilimitada. Desequilíbrios nestes centros de energia, causam desequilíbrios no corpo, mente e espírito.
São os chakras ou vortices de energia que mantém a força da vida fluindo em todo o nosso universo particular. Esta energia circula entre os chakras através das nadi (correntes preferenciais para a passagem de energia). A nadi mais significante no sistema do Yoga é Sushumna, considerada a via da libertação, o cilindro etérico. Ida e Pingala são os canais feminino e masculino que emergem do lado esquerdo e direito respetivamente.
Estes aparentes opostos são na realidade duas asas para podermos voar.
Precisamos desta informação para deixar cair o conceito de opostos.
Ambas as nadi, se entrelaçam ao longo de sushumna, com um padrão de espiral galáctico, serpentino, desde a base da coluna até ao plexo cavernoso. Os chakras situam-se nas interseções de Ida e Pingala, ao longo de sushumna. Apesar de os chakras existirem num nível subtil, eles têm correspondência com funções físicas e mentais.
A coluna vertebral é como um caule, e os chakras são como flores que crescem a partir desse caule.
Os chakras permitem-nos diferentes níveis de consciência e o propósito não é o de saltar de um para outro, mas experienciá-los como um todo, desenvolver a perceção, a visão sem pensamento, um lugar onde não há resistência intelectual ao que quer ser vivido a cada momento.
A integridade deste sistema de chakras permite reconectar-nos com a nossa natureza total.
A nossa frequência vibratória tem um impacto na qualidade da nossa vida e nós podemos refinar essa frequência para irradiarmos a nossa centelha individual alinhados com a nossa essência e o fluxo natural da vida.
Quando elevamos a nossa vibração, o mesmo acontece à nossa volta.
O nosso pensamento e a nossa saúde são indissociáveis do fluxo energético através dos chakras. Estamos envolvidos no processo de manifestação sempre que transformamos pensamentos em visões, depois em palavras e finalmente em forma.
Conforme a frequência vibratória dos nossos pensamentos, crenças e padrões, assim atraímos a nossa realidade.
O fluxo de energia do chakra da base até à coroa representa o movimento da realidade física (prakriti) para a consciência ilimitada. O poder da serpente chamado de Kundalini shakti representa o nosso potencial para alcançarmos a mais elevada consciência, o potencial de transcendência. Igualmente existe um fluxo de energia desde o chakra da coroa até à raíz, desde a aspiração mais súbtil até à manifestação concreta do propósito individual da nossa alma.
Juntos estes dois fluxos ou correntes criam um sistema energético equilibrado entre o corpo e o espírito, a matéria e a consciência.
As 7 modalidades vibratórias, são genericamente associadas às cores do arco-iris correspondendo o corpo a uma ponte arco-iris ligando os reinos mais elevados à terra, o divino ao mundano, refletindo como os mundos invisível e visível se permeiam, como não existe separação entre estes dois aspetos.
Podemos dizer que estes 7 chakras têm a sua atmosfera e a sua órbita exatamente como um planeta. A sua órbita no microcosmo corresponde a uma órbita celeste, o seu movimento circular cria um vácuo que atrai desafios físicos e mentais dentro do corpo, num nível vibratório.
Os chakras contém precisamente a semente luminosa da nossa natureza divina.
A sua energia luminosa cirula no corpo energético, tal como a água e o alimento circulam no corpo físico.
O nosso alimento não é consituido apenas dos elementos físicos, mas também de energia bio-magnética (chi ou Kawsay). Através dos chakras é recebida a força da vida, processada, assimilada e guardada para poder ser expressa.
Podemos afinar ou recalibrar os nossos chakras para relembrarmos a nossa natureza divina. A reciprocidade desta dança refletirá uma vida ao serviço do bem maior, do propósito da nossa alma.
Quando servimos o bem maior, o resultado é o encontro com a nossa autenticidade, com o discernimento como um espaço iluminado, fluido, flexível, receptivo, sem pressa, normalmente é o caminho menos percorrido, longe de todos os sistemas de crenças coletivos.
Existem muitos meios de influenciar positivamente a nossa vibração, todos os métodos procuram canalizar a força da vida universal para ativar processos de cura, para nos alinhar com o fluxo da vida, para transformar frequências tóxicas que interferem com a nossa energia, para reintegrar partes de nós que por algum motivo desintegraram o nosso campo energético…
Todo o trabalho energético reflete-se no nível físico. Afinar a nossa frequência muda a realidade da nossa vida.
Por isso procura os métodos capazes de dissolver o sofrimento na sua raíz.
A Linguagem de Luz, a linguagem da criação usada originariamente pelos curandeiros maias e astecas é uma das dádivas que foi passada de aura a aura, para nos afinar com a mais elevada frequência, adequada ao nosso bem maior. Esta linguagem pode conectar-nos com a lucidez do coração, da mente. Pode libertar a visão de todos os padrões e crenças para te sentires viva(o), para abençoares o teu ser total, para participares com lucidez nesta jornada.
Quando a tua atenção repousar na tua paisagem interna total, encontrarás o teu ser desperto!
Apenas a tua Alma conhece a geografia do teu destino, permite que se revele passo a passo.
Se te toca, inscreve-te. Por uma nova rede de Luz à tua volta, nos reuniremos em circulo.
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Esta newsletter é dedicada a ti!



2 Comments
Agradeço a clareza que me veio com este artigo sobre o sistema de chacras, querida Darshana!
Um grande abraço ❤
Teresa
Grata Teresa pela tua visita ao site e pela tua presença na minha vida. nhhhuuaaacccc