Centros de poder para cultivar a consciência cósmica, os Chakras

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Hoje venho ainda falar do sistema de chakras, e também da aula de Iniciação à Linguagem de Luz, que decorrerá em Fevereiro de 2020. https://www.facebook.com/events/525067744740165/

Nesta aula poderás ajustar as velas do teu barco, para sintonizares o melhor vento, a tua paixão, aquilo que te move nesta paisagem planetária.

Os 7 principais chakras de que tenho falado nos dois últimos artigos, representam vastas áreas da consciência, num corpo maior do que aquele com que nos identificamos e por onde vagueamos e aprendemos.

Mas não são apenas lugares ou estados de consciência. São toda uma peregrinação até à nossa essência, constituem toda uma órbita que faz de tudo um evento cósmico. São centros sagrados com capacidades psíquicas, que nós mesmos projetamos, cultivando a consciência cósmica numa paisagem planetária.

Tudo é um evento cósmico. Cultivamos a consciência cósmica numa paisagem planetária.

Os chakras correspondem também a áreas da nossa mente e da nossa vida onde existimos e vivemos, a nossa peregrinação de um chakra para outro.

Os Chakras são estações, portos subtis não apenas no nosso corpo, mas no corpo cósmico da vida.

Cada um de nós projeta o seu mundo interno no palco da vida e participa nele. Por isso não é estranho dizer que esses centros subtis de energia constituem a própria mente que controla as cores e formas que projeta, como vê e age no mundo físico. Não existe mundo externo que não tenha sido colorido internamente pela nossa mente, pela nossa visão. Dentro e fora são interdependentes. Se mudarmos a nossa mente mudamos a forma como vemos o mundo.

Com a Linguagem de Luz podemos afinar o nosso instrumento físico/mental/espiritual para exercermos o livre arbítrio e a vontade que não vêm da ilusão da separação, mas de uma consciência livre do esforço e pressão para agir, e livre do medo da impermanência.

Vagueamos pela vida, vagueando pelos chakras, além do tempo e do espaço, porque não estamos propriamente a ir a lado nenhum que não aqui e agora.

O que nós vemos e sentimos na nossa mente, afeta a forma como vemos a vida e isso afeta-nos fisicamente. Nós projetamos a nossa vista interna no mundo externo e vivemos nesse mundo colorido pela nossa visão mental, por aquilo em que acreditamos. De fato não existe diferença entre o mundo interno e externo, nenhuma linha que divida o sujeito e o objeto.

Nesta peregrinação pelos chakras, quando chegamos a um destes centros de poder e nos sintonizamos com o seu Dharma cósmico, aprendemos a lidar com uma parte da nossa mente e da nossa vida. Vivenciamos esta experiência como uma meta concluída, mas esta é apenas uma atitude diferente que levou a uma nova visão do mesmo mundo.

Nada desaparece ou fica para trás, porque tudo é simultâneo.

Tudo existe e não existe ao mesmo tempo porque tudo é consciência.

Não é a ação, mas a recetividade, este é o processo de preparar a mente para projetar a luz mais refinada que cada satélite quer transmitir através de nós.

Ativo na passividade e passivo na ação. Não retiro nada, apenas entrego.

Tudo isto é mais ou menos lógico na mente, mas como experiência viva, é profundo.

O tempo linear é constantemente desafiado pela natureza cíclica da vida.

As orbitas dos planetas no céu, os ciclos da natureza na terra são a nossa vida interna.

Nunca estamos a deixar para trás uma experiência quando chegamos a outra estação da vida, estamos sim a nutrir a nossa experiência ainda mais, esta é a jornada da alma.

Não acrescentamos nem retiramos nada, quanto muito é removida a ignorância para seguirmos, não em linha reta, mas em circulo para retornar ao lugar de onde viemos, que é aqui e agora, sem local e intemporal.

Cada experiência é uma encarnação de nós mesmos. Criamos amizades, projetos, hobbies, atitudes, medos, envolvemo-nos de mil e uma formas.

Aquilo em que nos envolvemos serve de farol ou marco na nossa vida, dá-nos um sentido de identidade e de permanência na vida.

A nossa vida está cheia de objetos do nosso interesse tal como o céu está cheio de estrelas que nos orientam e formam todas as encarnações dentro da encarnação.

Encarnamos todos os dias um novo corpo em cada coisa que fazemos ou aprendemos, recebendo de volta uma nova experiência.

Investimos em algo e o que recebemos de volta é mais de nós mesmos, da consciência cósmica que emanamos. Com esta luz de retorno vamos investindo mais para experimentar mais a nossa centelha única.

Através da linguagem de Luz, podemos desenlaçar os nós em que nos enredamos e que vão turvando o verdadeiro farol que nos guia, e começar a retornar mais conscientes, menos limitados por formas de pensamento ou sistemas de crenças.

Reencontrar o dharma cósmico de cada chakra através da côr e da geometria, empodera, regenera e fortalece o corpo/mente/espírito, de uma forma que cada uma das nossas células pode relembrar a sua frequência saudável, natural e feliz, e auto-regenerar-se, para podermos ser capazes de manifestar o divino em nós, o nosso ser mais elevado de forma mais fácil, mais gentil e mais rápida.

Redesenhar a nossa pegada cósmica, eleva a nossa vibração e também a vibração da vida na terra.

Com a Linguagem de Luz trazemos mais Luz, Somos mais Luz.

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