Quando olho para a plumagem de aves como o ‘Guacamayo’, imagino a beleza, a subtileza, a elevada vibração da prece que estes Seres transportam pelo céu, para refletir tamanha lindeza, tamanha perfeição.
Visualizo-os em cada momento elevando-se no céu e ascendendo em si próprios, a si próprios.
Poisam na Terra mas a sua Alma é do espaço além da nossa imaginação.
Se observarmos o centro de qualquer pena, observamos aquele veio fininho no meio, branco, talvez como a nossa espinal medula. Diz-se que por ali, por esse pequeno cilindro, são enviadas as preces, e por ali chega a benção do sol, o poder da luz, por ali chega a bênção da realidade que carregamos.
E que bênção é a desta ave. Um Mestre da luz e das cores, um curador que constantemente invoca o poder do Sol Central, ensinando-nos a magia de comunicar com a nossa Alma e de expressar a sua mensagem em verdadeira liberdade.
E o que é a côr?
Esse fenómeno que nos deslumbra enquanto a sua vibração na terra manifesta o seu poder de nos curar.
Tudo no mundo manifesto tem côr.
Mas a côr não é a qualidade que um objeto recebe, mas aquilo que entrega, aquilo que reflete.
Algo é vermelho porque guarda em si tudo o que a cor branca contem, à exceção da frequência de luz vermelha que reflete.
A frequência refletida, é a qualidade manifesta no mundo.
A côr é o que dás.
Algo é vermelho, não porque é vermelho, mas porque esta é a côr que reflete.
Tudo o que existe no mundo físico naturalmente reflete uma côr. Esta côr está na dimensão da nossa perceção. Escolhes as cores porque são o que queres refletir.
Em cada chakra a natureza encoraja-nos a expressar a nossa verdade de um lugar de alinhamento.
Quando invocamos as cores para informar o zero, da nossa natureza infinita, a alquimia flui graciosamente, a natureza viaja em nós procurando amizade connosco para recebermos de volta a nossa própria medicina do arco-iris, um circulo completo.
É claro que há mais do que as 7 cores, sendo que a côr que refletimos é a côr que carregamos na nossa aura. A côr refletida é a côr predominante na aura de qualquer objeto. Mas entre o vermelho e o violeta há infinitos tons, tantos quantos a dimensão do objeto permita.
Através da côr entendemos não só o mundo concreto, mas também o invisível, no reino dos pensamentos conscientes e inconscientes. O retorno aparece sempre à nossa frente, na forma da vibração mais persistente.
O pensamento voa como um boomerang carregando uma vibração.
Que o voo se eleve acima da cabeça e traga a tua vibração mais elevada à forma.
Que toquem os sinos, para todos, e para sempre vibrem em côro, a sinfonia da vida, ainda que tudo pareça efémero, ao meio da ausência da morte.
Este é o poder do espirito de criar todas as possibilidades.
A arte não é proibir ou obrigar. A arte é invocar, emanar o que herdamos da consciência cósmica e permanecer receptivos à bênção.
Desta forma, mergulhando na fonte entregamos o tesouro da existência.
Não somos espectadores neste mundo, somos co-criadores.
Nesta morada, a perceção é o que emitimos.
Tudo é para todos e para sempre.
Aprende a encontrar o movimento da vida na beleza que entregas.
A radiância de cada côr, é o sinal da força celestial do espírito na terra.
O vermelho exuberante, corre no coração da mãe terra, corre em nós e nele podemos empreender o nosso voo sobre todos os obstáculos, procurando a visão do caminho vermelho, a boa estrada da vida.
O laranja parece emergir como co-criação, carregando o dharma do serviço, da renúncia da dualidade, da simbiose, e da celebração da reciprocidade como abundância e renovação. No laranja um novo sol emerge numa paisagem madura.
O amarelo alimenta a motivação que vem da clareza, o foco e a direção, o alinhamento com a vontade divina.
O verde fértil transporta um fluxo perpétuo de alento onde encontramos em cada estação a capacidade de escutar a vibração do equilíbrio, da vitalidade, do crescimento e da cura.
O azul quer falar do infinito, quer a expressão do encontro que é mais do que uma interação, é a verdadeira fusão no núcleo de todas as energias. Este azul é vasto, maior do que qualquer perceção.
Este é o azul que em cada encontro torna possível a comunicação entre 2 infinitos que se nutrem mutuamente, carregando sempre a fé no poder da luz.
Apenas a unidade move massas. A vibração da generosidade.
Ahow Guacamayo!
O violeta inspira a alma, desperta a mente superior, a imaginação em sintonia com o nosso ser mais elevado, os nossos sentidos psiquicos.
O roxo é a realeza e essa riqueza! Alinha o coração com a condução divina.
No vento branco viaja a humildade, o abraço de todo o espectro, a revelação…
No indigo, viaja a Linguagem da Luz, a perceção além da realidade concreta, a compreensão do mistério, dos processos da vida.
Prepara-te para a mudança do que emites.
Conhece o poder de manifestação dos teus pensamentos, sem filtros, diretamente do teu coração.
Combina a tua palete de cores, os teus aromas específicos para criar uma nova presença, a tua benção no mundo.
Se te toca, inscreve-te. Por uma nova rede de Luz à tua volta, nos reuniremos em circulo.
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