Será a vida um lugar a temer? Ou um tear de alegria? Pára e Sorri.

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Parar e sorrir – A prática a que tenho voltado muitas vezes.

Nestes instantes, fecho os olhos, sinto o movimento dos músculos na face, na testa, nas pálpebras, noto os sons que escuto, o sabor que emerge na língua, os cheiros que deteto enquanto sorrio, o que me toca, o que se move em mim. Deixo o sorriso abrir-se de dentro para fora, em vez de forçar o movimento com o intuito modificar, rejeitar ou tornar algo externo melhor.

A natureza fundamental da nossa presença, é contentamentoindependente da identidade, da personalidade individual, ou do nível de consciência.

O sorriso é um símbolo ou um portal para esse estado natural de felicidade.

Neste lugar, o sorriso não tem uma razão, tem um sentido.

O sorriso aponta para a natureza fundamental de tudo.

A única forma de nos conectarmos com o presente, é reconhecendo a natureza fundamental produtiva de tudo.

Isto nada tem a ver com o prazer que o momento ou coisa nos traz, pois dessa forma, ora somos vítimas se insatisfeitos, ora somos reféns porque dependemos daquilo para estarmos satisfeitos.

O contentamento não depende de nada externo.

Nenhuma célula do nosso corpo aguarda um motivo ou reconhecimento para se ligar a todas as outras e cooperar. A sua ligação vem do estado natural de contentamento, de cooperação.

Porque não sorrimos mais vezes? Será a vida um lugar a temer? Ou será um tear de alegria?

Podemos descobrir a abundância em tudo ou reforçar a sua escassez.

Esta é a oscilação que um sorriso pode resolver.

O contentamento é a nossa maior riqueza.

Quando algo nos toca nos botões e nos tira a vontade de sorrir, é um indicador de que queremos controlar a situação e por isso o sorriso se torna difícil.

O compromisso da vida desde que nascemos é com o sucesso.

Os desafios são para mudarmos a forma como pensamos, para chegarmos ao presente.

Um sorriso pode fazer-nos avançar.

O sorriso aponta para a felicidade inerente, mostra-nos os laços com o eterno.

Frequentemente sentimos o oposto da alegria, na forma de infelicidade e por isso classificamo-lo como negativo, mas na realidade esta infelicidade é uma dor provocada pela nossa resistência em avançar.

Temos tendência a identificar infelicidade com insucesso, mas na realidade não pode haver maior sucesso do que percebermos a necessidade de aceitar a transformação, de sair da estagnação.

A aceitação pode ajudar-nos a encontrar o sorriso que mostra o caminho com a menor resistência.

Contentamento em qualquer circunstância, e tolerância genuína, ajudam-nos a renovar, a ser a expressão universal da prosperidade.

Às vezes pouco podemos fazer pelas circunstâncias, mas o sorriso interno pode mudar a perspetiva e a situação, porque conseguimos sentir a vida além do que os sentidos físicos nos trazem.

A vibração do contentamento nos nossos pensamentos, palavras e ações ajuda-nos a celebrar cada desafio como uma oportunidade para avançar.

Quando o nosso sorriso interno e físico convergem, ativamos a nossa presença em todo o lado sem sermos arrastados pela dualidade.

A Primavera volta sempre, porque a natureza da Terra é de prosperidade, de contentamento.

O sorriso é verdadeiramente, um caminho onde nada precisa ser contido, protegido ou desfeito.

O sorriso é um ato de humildade. Significa que me aceito como sou, a personificação da perfeição do universo.

Um sorriso pode transformar tudo a nosso favor.

Não esperamos pela felicidade para sorrir. Sorrimos porque essa é a nossa natureza.

O sorriso é efémero enquanto desabrochar do contato com os objetos dos sentidos, mas quando ele brota da nossa natureza essencial de felicidade, ele é eterno.

Em cada momento podemos bloquear esta natureza de contentamento ou reconhecê-la.

Este contentamento mora no nosso coração, além do tempo. Apenas nós o podemos libertar.

Todo o momento é produtivo, independentemente de o classificarmos como auspicioso ou não.

Encontrar o sorriso interno e externo em cada situação é aceder ao nosso poder transformador.

Contente ou descontente são apenas medidas da nossa expetativa em relação a uma continuidade que se manifesta ora mais próxima, ora mais longe do zero.

Vivemos numa sociedade em que todos queremos ser independentes, no entanto a nossa alegria depende de vermos as nossas expetativas satisfeitas.

Desejo e Felicidade são incompatíveis devido à nossa natureza aditiva de querer mais e mais.

A liberdade. A felicidade. Estão aqui, agora. Pára e sorri.

Nota o que é, sem o agarrares ou rejeitares, em equanimidade.

Em vez de separar, deixa colapsar a tua presença num único ponto, o brilho da fonte, o sorriso no teu rosto.

Sejamos realistas, a impermanência aponta para a interdependência e complementaridade de tudo.

Sempre que procuramos a confirmação do nosso valor ou da nossa auto estima na gratificação externa estamos a desligar-nos do fluxo de abundância de tudo.

A lei da honestidade é realmente quando a nossa vida é o espelho do sorriso inerente, interno e eterno, intemporal, porque este é o compasso do amor, da descoberta, da conexão, da paciência e da cooperação.

Só precisamos de um motivo externo para sorrir, quando nos perdemos desta honestidade interna, do amor próprio, do compasso de prosperidade da própria vida.

Um sorriso pode abrir de dentro para fora, uma porta que mantemos defensivamente fechada, desfazer uma padrão que nos mantém presos no passado. Sem esforço, sem chave, apenas com um sorriso podemos mudar uma perspetiva, descobrir o bem-estar, o equilíbrio e a sincronicidade de qualquer circunstância.

O universo quer levar-nos à raíz do que nos entristece ou nos irrita para nos mostrar que não é auspicioso proteger o que nos mantém estagnados.

As emoções fluem naturalmente de uma pessoa para outra, mas para aqueles que não as expressam, elas começam a acumular-se e subconscientemente, estas pessoas começam a procurar situações em que sejam capazes de expressar a emoção. Por exemplo se nos sentimos tristes e não o expressamos ou aceitamos, vamos procurar outros que nos façam sentir infelizes para conseguirmos libertar esta emoção.

Não querer sentir nada para não ser magoado pode ter efeitos devastadores.

Não expressar as nossas emoções pode levar a depressões sérias.

Podemos não conhecer todas as possibilidades porque não nos permitimos novas escolhas.

Precisamos confrontar o que nos retira a alegria, o que nos retira a capacidade de sorrir sem motivo. Normalmente o que encontramos são emoções reprimidas ou bloqueadas, que podemos fazer circular por todo o corpo através da respiração, de visualizações, de sons, de gritos, de cantos, de dança, etc. Se escolheres cantar, canta com o coração, escolhe uma canção que espelhe a emoção que queres libertar. Mantém o foco no chakra do coração. Não fujas mais das tuas emoções: deixa-as ir e vir como quiserem e fica aí no teu peito.

Sorrir com o coração criará ondas de paz entre os chakras superiores e inferiores.

Faz as pazes com a Humanidade que existe apenas dentro de ti.

Faz as pazes com a Mãe Terra que existe apenas dentro de ti.

Faz as pazes com o criador que existe apenas dentro de ti.

Quando encontrares o sorriso no teu interior, a realidade à tua volta refletirá de volta essa vibração.

Sorrir é comunicar com tudo, para tudo se ajustar a esta intenção.

O sorriso empodera o espaço da intenção de ser leve, de expressar a natureza essencial de tudo. O sorriso pode fazer-nos saltar por cima do desnecessário e complexo para chegarmos à espontaneidade e autenticidade.

Respira profundamente, Resgata o poder do teu Sorriso.

Esta newsletter é dedicada a ti!

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