Na mudança se abre o livro das sincronicidades

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Na mudança se abre o livro das sincronicidades, a dança entre o divino e a natureza.

O tempo para confiarmos no potencial evolutivo da humanidade está aqui.

Aceitar o manto de Luz que nos foi dado desde o início e ser essa Luz acima e além da dualidade.

Acreditar no potencial humano, em visões/verdades diferentes é difícil. Mas para evoluirmos precisamos superar a gravidade, a o peso da dúvida, precisamos acreditar/contemplar além do que já vimos.

Confiar no intangível. Celebrar a confiança é o que revelará o potencial evolutivo da humanidade.

Precisamos de deixar de querer encaixar todas as informações que recebemos naquilo que já sabemos.

Nunca saberemos tudo e nenhuma informação estará completa. Por isso a incerteza não pode imobilizar-nos. A liberdade é saber que não controlamos.

Todos temos o potencial. Mas quantos estão dispostos a tomar decisões e responsabilizar-se pelos seus efeitos.

Nenhuma escolha é uma certeza. Nenhuma certeza é garantia de sucesso. Quanto mais certezas temos mais ansiosos vivemos, porque não convivemos com todas as direções, não convivemos com o invisível.

Confiar no intangível é nos dias de hoje imprescindível.

Ser confiável para nós próprios e perante o desconhecido, é nos dias de hoje essencial para caminharmos a evolução. O mundo é o espelho que mostra a nossa visão. Mas podemos expandir a nossa visão além da memória, além do passado, daquilo que já conhecemos, do mundo manifesto.

Constroi confiança, não domínio ou superioridade.

Em vez de procurares controlar, procura entender.  

Em vez de condenares procura expandir a tua mente, como um lotus, até à raíz do medo no mundo. Ali está o medo mas também o novo mundo, a projetar da essência, da consciência mais elevada.

Em vez de dominar, precisamos escutar, escutar antes dos pontos de vista.

Crescemos mais quando acolhemos a nossa interdependência. Tornamo-nos confiáveis para nos atualizarmos, tornamo-nos confiáveis para cuidarmos. Apenas pela confiança, superamos a dependência da auto-preservação.

Cuida das pequenas coisas que te elevam. Mas não meças o progresso na relação com a meta.

Menos meta é mais horizonte, mas não te demitas do individual, todos procuramos um olhar atento para sentirmos que pertencemos. Esse olhar é o nosso próprio olhar, a nossa visão além do tangível.

Sentir os nossos alicerces invisíveis, permite-nos celebrar a confiança.

Celebra o progresso, e segue sem temer a mudança. O progresso não é a medida do quanto agradas ou és validado, motivado pelo medo de ser excluído. O progresso é a expandir o horizonte enquanto se dilui o isolamento. 

Mais Alma, menos personalidade.

Expandir a nossa essência sem saber o que ela é, é libertar a mente de crenças e padrões fixos de pensamentos para que possamos mergulhar no abstrato e permitir a cada coisa fluir como é.

Procuremos não esquecer que quando tememos algo, acreditamos em algo intangível que pode acontecer. Então porque é tão difícil estender a nossa confiança a todas as possibilidades?

Menos culpa, mais compaixão.

O mundo é um movimento, vai até ao centro, à força matriz. Quando as coisas não funcionarem, entrega-as nesta matriz, nesta fonte.

Quando mais mudanças permitirmos, mais sincronicidades se revelam.

Tudo é sobre para onde olhamos, sobre o que notamos.

Tem coragem para ser real, autêntico, vulnerável, confiável, e a força matriz começa a peneirar a tua vida, a refinar, a limpar e a trazer os eventos,  os encontros, as pessoas apropriadas à evolução pessoal e global.

É a nossa divindade que veremos manifestar-se, um alinhamento que fará as coisas encaixarem-se perfeitamente, ou que mostrará uma resposta no mesmo instante em pensamos numa pergunta. Os mundos ‘superiores e inferiores’ dentro de cada um, em sincronia, proporcionarão uma experiência humana harmoniosa, livre de certezas, mas cheia de milagres ou coincidências.

Temos de confiar na nossa intuição, nos nossos sonhos, no nosso mistério! Em cada momento a verdade será a única escolha.

A voz de tudo o que existe faz-se escutada, Amor.

Não precisamos conquistar, dominar, consumir ou acumular, apenas respeitar os ciclos da vida.

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